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Avião da FAB desaparece na Amazônia, diz Aeronáutica

O Comando da Aeronáutica informa que uma aeronave C-98 Caravan da Força Aérea Brasileira (FAB) desapareceu nesta quinta-feira (29) pela manhã na Amazônia.
Cessna Caravan
Segundo a FAB, o avião realizava um voo entre as cidades de Cruzeiro do Sul (AC) e Tabatinga (AM). A aeronave decolou às 8h30, horário local, e deveria pousar em Tabatinga às 10h15.

Dois helicópteros H-60 Blackhawk e um avião C-105 Amazonas da FAB já se encontram na região e iniciaram as buscas, de acordo com o Comando da Aeronáutica.
Não há informações sobre a quantidade de passageiros, mas sabe-se que este modelo tem capacidade para carregar de nove a 14 pessoas.

A FAB não soube informar a missão do voo. Também não se sabe se apenas militares estavam a bordo da aeronave. Em missões humanitárias, por exemplo, civis podem ser transportados pela Força Aérea.

A velocidade máxima que o C-98 Caravan pode chegar é 341 km/h. A aeronave, de fabricação norte-americana, possui 15,88 m de envergadura e 11,46 m de comprimento. O avião é utilizado no Brasil, Estados Unidos, Bolívia e Libéria.

Do UOL Notícias
Em São Paulo

Update:
A aeronave, submersa, foi localizada por mergulhadores da Aeronáutica e do Exército, que participam das buscas. “No momento, a recuperação do avião não é nossa prioridade. Já sabemos onde ele está, mas vamos nos concentrar em procurar as pessoas que ainda não foram localizadas”, declarou Jorge Cruz de Souza e Mello.
Os sobreviventes são: os militares tenente Carlos Wagner Ottone Veiga, tenente José Ananias da Silva Pereira e sargento Edmar Simões Lourenço; e os civis Josiléia Vanessa de Almeida, Maria das Graças Rodrigues Nobre, Maria das Dores Silva Carvalho, Marina de Almeida Lima, Diana Rodrigues Soares e Marcelo Nápoles de Melo.
O Comando da Aeronáutica informou, na tarde deste sábado (31), que encontrou o corpo de João de Abreu Filho, dentro da aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), que está submersa a 6 metros de profundidade no igarapé Jacurapá, no Amazonas. O técnico da Fundação nacional de Saúde (Funasa) teria ficado preso no avião e morrido afogado. As buscas prosseguem para encontrar o suboficial Marcelo dos Santos Dias.

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Sobre o Autor

Graduado em Manutenção de Aeronaves, com muito bom senso :) 30 anos de aviação comercial (e contando), de Lockheed Electra à Boeing 787. Tentando simplificar a complexidade da aviação.
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