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Boeing e USP em parceria tecnológica

A Boeing continua “ciscando” e assinando memorandos como fez em Itajubá em 2012, amaciando o caminho para vencer a licitação de fornecimento de caças para a Força Aérea Brasileira. Desta vez, fez uma parceria com a USP para desenvolvimento de “modelamento do comportamento de multidões”, conforme noticiado pelo Meio e Mensagem. Na foto Al Bryant, vice-presidente do Centro de Pesquisa e Tecnologia da Boeing no Brasil, com o Prof. Adnei Melges de Andrade, um dos participantes da assinatura do memorando entre a Boeing e a USP Crédito: Marcos Santos / USP Imagens. Veja abaixo a transcrição da notícia:

A Universidade de São Paulo (USP) e a Boeing selaram um memorando de entendimento nesta sexta-feira 04 para uma ação conjunta de investigação e desenvolvimento de projetos de tecnologia nas áreas de modelamento do comportamento de multidões e análises visuais.

Os resultados das pesquisas, feitas entre a Boeing Pesquisa e Tecnologia no Brasil (unidade criada no início deste ano em São Paulo) e a Escola Politécnica da USP, devem colaborar com o aprimoramento do projeto e construção de veículos de transporte, como aviões e navios, assim como infraestruturas complexas, como prédios e até mesmo cidades, segundo o documento.

“Os avanços no modelamento do comportamento de multidões podem não apenas nos ajudar a projetar aviões melhores como também beneficiar o planejamento dos exercícios de treinamento e da infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 no Brasil”, explicou Al Bryant, vice-presidente da Boeing Pesquisa e Tecnologia no Brasil.

Já Marcelo Knörich Zuffo, coordenador do Centro Interdisciplinar em Tecnologias Interativas da USP, definiu a assinatura do memorando como um marco que leva a pesquisa de ponta no País a um novo patamar.

A Boeing opera no Brasil com dois escritórios, um em São Paulo e outro em Brasília, estabelecidos em outubro de 2011.

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Sobre o Autor

Graduado em Manutenção de Aeronaves, com muito bom senso :) 30 anos de aviação comercial (e contando), de Lockheed Electra à Boeing 787. Tentando simplificar a complexidade da aviação.
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