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Série semanal #1 – Michael Joseph Jackson, por Alexandre.

Não sou o Lito ou Goytá, mas me atrevo a iniciar uma série sobre MÚSICA! Afinal somos Aviões e Músicas. Há tempos quero escrever algo e agora dei o start a esta pequena série. Cabe frisar aqui que alguns dos textos sobre personalidades refletem apenas minha visão e opinião, sem querer ser uma biografia ou algo semelhante! Para começar esta série, decidi falar sobre um GÊNIO! E para ilustrar este gênio vou citar 5 músicas.

Michael Joseph Jackson, vocês conhecem não? Este ícone da música pop mundial iniciou sua carreira no JACKSON FIVE, junto a seus irmãos, posteriormente chamado de THE JACKSONS. Nesta época juvenil ele gravou alguns álbuns solo, dos quais eu puxo a primeira música: BEN! Gravada em 1972 é uma música romântica, a qual muitos dizem que é uma composição de MJ para seu ramster Ben. O trabalho vocal de MJ nesta música é brilhante e merece estar em qualquer boa coletânea sobre MJ e sobre música.

Em 1978 veio a explosão de mais uma música, muito conhecida no Brasil por ter tido parte de sua instrumentação utilizada como abertura de um programa de televisão (Vídeo Show): trata-se de “Don´t Stop ‘Til You Get Enough”, onde é bem visível seu talento com falsetes e até seus gritinhos e “soluços” característicos, demonstrando todo seu talento em staccato (nome técnico deste soluço). Esta música também proporcionou seu primeiro Grammy.

MJ também criou uma música que teve um videoclipe muito bem gravado, em minha opinião o melhor de todos os tempos, cuja batida, sonorização e arranjos vocais são maravilhosos, que foi “Thriller”! Indispensável também, não apenas a música como o clipe, este último por sinal andou inspirando uma febre de “surpresas” em casamentos, o que é perceptível em uma rápida consulta no Youtube.

Nesta mesma época vem a quarta música que eu tenho como extremamente relevante na obra de MJ, que é Billie Jean. Uma boa música que no entanto tem uma série de histórias por trás, inclusive de que seria em homenagem a fãs que costumavam dizer que estavam grávidas dele ou dos irmãos, em Moonwalk ele afirma que nunca houve uma verdadeira “Billie Jean” e que a canção é uma representação de diversas pessoas que atormentaram ele e os irmãos ao longo dos anos. A batida é muito interessante, inclusive realçando bastante a capacidade vocal de MJ.

E por fim fecho o meu top five do MJ, para mim um GÊNIO da música com a fusão entre seu talento e o talento de um grupo cuja sonoridade me agrada muito que é o Olodum. A música foi recheada de polêmica por parte da mídia Americana, que tentava introduzir traços de antissemitismo, o que foi rechaçado por MJ, mas a batida e letra são muito interessantes. Como todo gênio merece um bonus track, eu coloco então “Heal The World” nesta lista como representação a tudo que MJ fez por caridade e ajuda ao mundo.

MJ partiu em 2009, aos 50 anos, meio século de talentos, polêmicas, milhares de fãs, diversos recordes. Como admirador de sua obra, não creio que tenha realizado tantas maldades como pregam e penso que foi realmente “descansar eternamente”. MJ ficou na história como uma das melhores vozes da música contemporânea, sem falar no seu talento como dançarino. Não encontro outra palavra para o definir além de gênio, ficou sua obra, seu talento eternizado em letras, arranjos vocais, clipes, afinal de qualquer artista a obra é que fica, a obra é o que VALE!

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Sobre o Autor

Alexandre Conrado, pesquisador de aviação e profissional no segmento desde 2001
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