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Panorama da aviação latino americana em 2016 – Argentina

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Renovada politicamente, a Argentina poderá ter em 2016 mudanças agradáveis na sua aviação, por sinal o presidente eleito “tem” uma cia aérea, a Macair Jet. Seus operadores atuais são a Aerolineas Argentinas, American Jet, Andes, Austral, Baires Fly, Flying America, Lade, Lan Argentina, Macair Jet, Sapsa, Sol e Tapsa.

Parte desses operadores como a Baires Fly, American Jet, Flying America, Macair Jet, Sapsa e Tapsa se dedicam a serviços alternativos, seja de fretamentos corporativos regulares ou simplesmente regional sistemático. O avião favorito dessas empresas é o Fairchild Metro ou o Bae Jetstream 32, exceto a American Jet que possui um ATR42-300.

A maior empresa do país é a Aerolineas Argentinas, que por sinal passará a ser presidida por uma executiva Brasileira a partir de 2016. Estatal, atravessa um momento de renovação de frota e também tem seu nome envolvido em guerra política. A Aerolineas Argentinas padronizou sua frota com os Airbus A330-200, A340-300 e Boeing 737-800, completando o phase-out dos A340-200 e acelerando a retirada dos Boeing 737-700. Sua frota atende a 34 destinos domésticos, 13 no continente e 7 além das fronteiras continentais. São 6 Airbus A330, 7 Airbus A340, 22 Boeing 737-700 e 18 Boeing 737-800 compõem a frota da Aerolineas, que tem como parceira “unha e carne” a Austral, igualmente estatizada, responsável pelo serviço “regional” operando 22 Embraer 190-100, com planos de incorporar a curto prazo entre 2 a 4 aviões adicionais do mesmo tipo. Através da Austral, a Aerolineas chega a 36 destinos nacionais, além de operações para Bolívia, Chile, Paraguai, Uruguai e Brasil. Ambas empresas fazem parte da Skyteam.

Em menor escala, e com a esperança da abertura política, estão a Andes, operando uma única rota entre Salta – Aeroparque – Puerto Madryn e uma operação densa no segmento charter, inclusive com um avião com pintura dedicada a tal serviço na ponte aérea “cidades – Bariloche”, comercializadas pela Travel Rock, levando formandos de todo o país para Bariloche, além das operações para Porto Seguro e Florianópolis na alta temporada. Sua frota está composta por aviões MD83, em 4 unidades e incorporando o primeiro MD88 da frota.

Ao lado da Andes, está a LAN Argentina, sufocada durante a gestão governamental que sai de cena em Dezembro. Nos últimos anos esteve impedida de ampliar sua frota, hoje composta por 2 Boeing 767-300 e 12 Airbus A320 que atendem a 14 destinos nacionais e 5 internacionais.

Completa o cenário Argentino a LADE, empresa estatal, subordinada a Força Aérea Argentina, que opera os clássicos Fokker 27, DHC6 Twin Otter e os “novos” Saab 340 em destinos da Patagônia Argentina. Recentemente anunciou a incorporação via leasing de 2 Embraer ERJ135 com os quais pretendem retirar os Fokker 28 de operação.

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Sobre o Autor

Alexandre Conrado, pesquisador de aviação e profissional no segmento desde 2001
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