banner livro

Panorama da aviação latino americana em 2016 – Bolívia

Foto: ©Paulo Cesar Martinez

Foto: ©Paulo Cesar Martinez

A aviação Boliviana em 2015 teve uma baixa, a Aerocon, que encerrou a operação de uma frota de Metro III. Por outro lado viu a expansão da Amaszonas, que por sinal ultrapassou fronteiras bolivianas ao criar subsidiarias no Uruguai e Paraguai. A Amaszonas opera uma frota de 1 Fairchild Metro e 8 Bombardier CRJ200 em voos troncais na Bolivia bem como serviços que chegam até Montevideo, Assuncion, Iquique, Cuzco e Lima. No front doméstico atua o “feijão com arroz” boliviano que são as rotas entre La Paz, Santa Cruz, Cochabamba, Sucre, Uyuni e Rurrenabaque.

Foto - ©Rex

Foto – ©Rex

Do “outro lado do pátio” está a estatal BOA – Boliviana de Aviacion, que dedicou-se em 2015 e 2016 a renovar a frota com Boeing 737-700 e -800 entrando no lugar dos 737-300, além do par de Boeing 767-300 que chegam até Madrid e Miami. A empresa irá competir com a Amaszonas com CRJ200 no mercado doméstico, em mais um avanço da estatal contra as privadas, que no passado custou a vida do LAB e AeroSur.

A EcoJet é outro operador nacional, com 2 anos de idade e aviões Bae 146 em rotas domésticas e busca um lugar ao sol, com 7% do mercado. Ainda disputam o cenário local a cargueira TAB, subsidiária da Força Aérea Boliviana e aviões DC10 em 3 unidades. Falando em Força Aérea, temos o TAMBO – Transporte Aéreo Militar, que opera uma frota “salada” com aviões MA60, Jetstream, Bae 146, Boeing 727, 737-200, 737-300, Fokker 27 e Casa C212, porém atualmente possui poucos aviões em operação.

Tags: ,

Sobre o Autor

Alexandre Conrado, pesquisador de aviação e profissional no segmento desde 2001
Topo