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Panorama da aviação latino americana em 2016 – Uruguai

O Uruguai, assim como seu vizinho Paraguai, sofre da ausência de linhas domésticas pelas dimensões territoriais e desde que perdeu a PLUNA, ficou sem uma referência aérea. Hoje atuam no país a Aeromás, Air Class, Alas U, BQB e TAMU. A Aeromás opera serviços de carga e eventuais charters de passageiros com Cessna Caravan ou Embraer Bandeirante, a Air Class é um operador cargueiro com 2 Boeing 727-200F, que tem operado a favor da DHL no país. O TAMU é um operador militar, que está retornando ao mercado apos muitos anos, para tal aplicará aviões Casa C212 e Bandeirante em linhas domésticas em estudo.

A BQB, anteriormente de capital argentino e uma frota de ATR72-500 encerrou operações e foi vendida para a Amaszonas, se tornando Amaszonas Uruguai, utilizando um CRJ200 de origem europeia (Air Nostrum), deverá operar em harmonia com a irmã Paraguaia e Boliviana.

Com 3 Boeing 737-300, a “sindical” Alas Uruguay ou Alas U está em processo de certificação, e pretende operar em acordo com a BOA da Bolivia, levando paxs de Montevideu até Santa Cruz de La Sierra e lá promovendo conectividade com Madrid e Miami. Pretende operar em São Paulo e Rio de Janeiro também. Por que sindicalizada? Todos seus diretores são diretores sindicais, ex-funcionários da Pluna e a empresa foi formada com capital estatal e sindical, pretende ser a empresa de bandeira do país.

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Sobre o Autor

Alexandre Conrado, pesquisador de aviação e profissional no segmento desde 2001
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