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Pousando um DC-3 sem Leme e sem Profundor #fotos

Em 1986, um Dakota (DC3) foi atingido por um míssil terra-ar SA-7 quando sobrevoava Ondagwa (Namíbia) a aproximadamente 8.000 pés. A explosão arrancou a maior parte da cauda.

Como se não bastasse o atentado, o DC3 estava lotado de passageiros militares VIP, incluindo o Chefe do Exército.

O piloto diminuiu a velocidade para 100Kts para conseguir manter o controle e declarou emergência.

Havia um helicóptero na área e entrou em formação passando pelo rádio os danos que haviam na cauda, e tirou algumas fotos.

Aparentemente o piloto ordenou os passageiros para se moverem pela cabine para regular o CG antes de tentar pousar.

Usando apenas os Flaps e os motores para controlar o Pitch (nariz em cima e embaixo), fez um pouso manteiga.

O ocmandante do voo mais tarde foi condecorado como “Chief of the SADF” por suas excepcionais habilidades de voo ( http://www.dc-3.co.za/dc-3-individual-aircraft-history/cn-32961.html)

Olha o estado dos danos na deriva

Isto só demonstra (e prova) o grau de segurança embutido em cada aeronave, não importa em que ano tenha sido fabricada.

Foto da tripulação depois de pousar com segurança após terem sido atingidos por um míssil em 1 de Maio de 1986. Soldado Walsh (carregador), Capitão Colin Green, Co-piloto Tenente Mark Moses.

Fotos: Captain William Good
Contribuição: Rick

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Sobre o Autor

Graduado em Manutenção de Aeronaves, com muito bom senso :) 30 anos de aviação comercial (e contando), de Lockheed Electra à Boeing 787. Tentando simplificar a complexidade da aviação.
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