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SITA promove workshop de Segurança Cibernética na Aviação


Na próxima segunda feira acontecerá um evento interessante aqui em São Paulo, a discussão sobre os desafios enfrentados por empresas aéreas e outras envolvidas com o setor aéreo na área de TI. A medida que o cenário de ameaças e os atores evoluem, onde estão as lacunas e o que precisa ser feito para resolvê-las?

A fim de fornecer um melhor serviço para seus passageiros, aeroportos e companhias aéreas estão cada vez mais atentos à ampla gama de tecnologias que aprimoram o gerenciamento de suas operações. Seguindo essa tendência mundial, a Sociedade Internacional de Telecomunicações Aeronáuticas (SITA), promoverá, no dia 13 de agosto, um workshop sobre segurança cibernética e suas ameaças. O evento contará com a presença de especialistas da área e associações como: Associação de Transporte Aéreo da América Latina e do Caribe (ALTA), Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), Segurança de Aviação Civil (SAC) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA).

O workshop destacará alguns dos tópicos mais desafiadores e pertinentes como quem são os principais intervenientes e quais são seus objetivos.

Em 2017, a Airline IT Trends fez uma pesquisa que revelou que 95% dos entrevistados planejam investir em programas de segurança cibernética nos próximos três anos. Além disso, cerca de 72% dos CIOs, diretores de TI da indústria de aviação civil, têm planos de aquisições significativas em segurança cibernética até 2020. Em uma indústria altamente dependente da tecnologia em funções tão cruciais, a ameaça de um ataque aparece em várias frentes. Companhias aéreas e aeroportos precisam se concentrar no desenvolvimento de uma estratégia efetiva para proteger seus dados, sistemas e reputação.

Envidarei esforços para participar e descobrir o que tem sido feito nesta área.

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Sobre o Autor

Graduado em Manutenção de Aeronaves, com muito bom senso :) 30 anos de aviação comercial (e contando), de Lockheed Electra à Boeing 787. Tentando simplificar a complexidade da aviação.
  • Ricardo Cappi

    Lito, td bem!
    Parabéns pelo trabalho, conteúdo e paixão pelo que vc nos ensina!
    Faz um video sobre os aviões adaptados e customizados!
    Um exemplo são os usados pelas bandas de rock, tipo os 3 aviões que o IRON MAIDEN já teve.
    O último um 747-400 todo customizado/adaptado em que o próprio vocalista da banda, o
    Bruce Dickinson, também pilota.
    Alias até um Spitfire da 2′ guerra tem no show atual deles.
    Abs.
    Obrigado.

  • ar-sousa

    Pessoal, só saindo um pouco do assunto: sabemos que a Fokker faliu a um certo tempo porém outra empresa comprou os direitos de continuar produzindo o avião por algum tempinho chamando-o de MK. A MD teve muitos imprevistos com seus
    DC 10 e MD 11 e foi a falência também, a Boeing comprou os direitos de produzir o MD 11. Então esse cargueiro da Fedex é um MD “bastardo” porque é um Boeing? Qualquer pessoa entendida em avião ou empresas pode me dizer como é isso?

  • Nei

    Oi Lito, parabéns por tudo que você e sua produção fazem por nós. É realmente um trabalho incrível e muito cansativo pois dá muito trabalho.
    Foi uma honra conhecê-lo pessoalmente na AFA em Pirassununga e ter a certeza do quão humilde você, a mila, Fernando e a Ju são.
    Agradeço por todos os esforços para nos trazer sempre o melhor conteúdo. https://uploads.disquscdn.com/images/d0b8898bbf5d73e85d2990b382a88d4d9264ca58604495fb6400be42cc12c0d8.jpg

  • Julio Camargo

    Olá Lito, primeiramente gostaria de lhe parabenizar pelas matérias sobre cibersegurança e aviação. Sou profissional da área e piloto nas horas vagas, portanto tenho um interesse especial em materias que envolvam estes dois temas. Se me permite, uma sugestão de matéria interessante é o caso do SpainAir 5022 com foco em desmitificar a relação (quase que folclórica) de um malware (cavalo de troia) e o acidente. Já vi matérias em sites renomados falando sobre a possibilidade de um malware ter derrubado o avião. Infelizmente faltam mais profissionais disseminando informação de qualidade para combater este tipo de boato, trabalho que você tem feito com maestria. Parabéns!

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