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Lockheed SR-71 Blackbird, nem míssil alcança!

Os SR-71, exigiram uma grande quantidade de titânio em sua construção. Na época, a URSS era o maior fornecedor desse metal e como a aeronave era ultrassecreta, a CIA montou uma série de empresas falsas em diversos países para comprar o titânio, a fim de afastar qualquer suspeita.
Embora o atrito gerasse um calor incrível nos bordos de ataque da aeronave, a temperatura ambiente era de -51 graus Celsius. O projetista Ben Rich, da Skunk Works, passou horas incontáveis abordando o problema de como o calor poderia ser dissipado por toda a fuselagem. Então, ele se lembrou de uma lição simples de um de seus cursos universitários: a tinta preta emite e absorve calor. A aeronave foi pintada de preto e assim ganhou seu apelido: “Blackbird”.

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O Lockheed SR-71 Blackbird original fez seu primeiro voo em abril de 1962. Todos os que voaram foram operados pela CIA, ele era monoposto e praticamente ninguém sabia da sua existência de tão secreto.
Ele atingiu uma velocidade sustentada acima de Mach 3 já em 20 de julho de 1963, a uma altitude surpreendente de 78.000 pés.

Toda essa velocidade valia a pena, pois era a proteção contra mísseis. Assim que detectavam o lançamento de um míssil para interpretá-lo, o piloto acelerava e o combustível do míssil acabava antes de chegar perto dele. E olha, não foram poucas as tentativas.

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